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A ideia de que o romance atingiu o seu esgotamento literário, por não possibilitar o progresso na conquista do ser, originou na literatura contemporânea o sentimento firme e inevitável da morte do romance. De facto, o romance, que ainda perdura no nosso século, insiste na falta de inovação estética ao limitar-se à verosimilhança do humano, impedindo a própria progressão na sucessão das descobertas do ser.
— CARLOS VAZ (ESCRITOR PORTUGUÊS)