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(…) Paradoxalmente, o cinema mudo inaugura o dizer, e o cinema sonoro o calar. O dizer não precisa de palavras, mas o calar sim. A falta de som não foi uma “limitação” para o cinema mudo, mas a falta de silêncio sim. E este não parece ser um limite de tipo estritamente wittgensteineano.
— JULIO CABRERA