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Pensemos, por exemplo, na experiência de falar uma língua estrangeira e no que acontece quando se fala “perfeitamente e sem erros”, quando se fala alemão “como um alemão”, e no que acontece, pelo contrário, quando se fala imperfeitamente, quando, pelo balbuciar de quem “não domina uma língua”, se mostra uma dimensão vital que fica oculta na língua perfeitamente “dominada”.
— JULIO CABRERA