“
Resíduo (...)De tudo ficou um pouco (...) Pois de tudo fica um pouco/ Fica um pouco de teu queixo / No queixo de tua filha/ De teu áspero silêncio / Um pouco ficou, um pouco / Nos muros zangados, / Nas folhas, mudas, que sobem (...)
— CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE