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Nós não vivemos apenas em um mundo de língua inglesa. Vivemos em um mundo de escrita inglesa e leitura inglesa, um mundo que pensa em inglês. Se escrevermos filosofia em espanhol ou português (por exemplo), nossos pensamentos simplesmente não surgem; eles permanecem numa espécie de limbo, nem mesmo como ruins ou triviais (isso mostraria algum tipo de visibilidade), mas como inexistentes.
— JULIO CABRERA